MEC libera R$ 17 milhões para instituto e universidades federais da PB

30/11/2017

 O Ministério da Educação anunciou nesta quarta-feira (29) que vai liberar R$ 1 bilhão para universidades, institutos federais de todo o país e instituições vinculadas à pasta. Somente para a Paraíba foram liberados mais de 17 milhões, sendo R$ 4,1 milhões para o Instituto Federal da Paraíba (IFPB), R$ 7,9 milhões para Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e R$ 5,4 milhões para a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). 

Pelo segundo ano consecutivo, o MEC garantiu 100% do custeio para a rede federal, de acordo com o ministro Mendonça Filho (DEM). “Reafirmamos nosso compromisso com a educação superior, técnica e tecnológica, assegurando a manutenção adequada do dia a dia, como limpeza, vigilância e outras atividades essenciais, para o bom funcionamento dessas instituições, dando tranquilidade aos professores, servidores e todos os estudantes brasileiros.” 

Na avaliação do deputado paraibano Efraim Filho (DEM) o montante de R$ 1,023 bilhão liberados nesta quarta-feira, R$ 497,04 milhões são referentes a recursos financeiros que podem ser utilizados da maneira que a gestão universitária achar melhor, quantia que, somada ao que já foi repassado este ano, chega a R$ 7 bilhões, o que garantirá o bom funcionamento das instituições. 

Os repasses da atual liberação somam R$ 343,54 milhões para as universidades e R$ 148,54 milhões para os institutos federais. O restante, R$ 4,96 milhões, foi repassado ao Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines), ao Instituto Benjamin Constant (IBC) e à Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), órgãos vinculados ao MEC. Os recursos serão aplicados em manutenção, custeio e pagamento de assistência estudantil, entre outras finalidades. 

Os outros R$ 525,6 milhões liberados referem-se ao limite de empenho para custeio das instituições federais de ensino. “Com isso, pelo segundo ano consecutivo, a atual gestão do MEC garante que as universidades e institutos federais tenham 100% do orçamento disponível para as despesas necessárias à manutenção e a regular continuidade da prestação dos serviços”, afirmou Efraim.

 

 

Portal Correio 




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