Colunista Manoel Luiz

  • Universidade Federal do Brejo: quem ser o pai da criana?

    23/07/2017

    Esta semana tivemos a grata informação, através das redes sociais, que a comunidade  de liderança política e educacional de Bananeiras estão se manifestando para a criação de uma nova Universidade Federal do Brejo, envolvendo o Campus de Areia e de Bananeiras, respectivamente, os dois únicos centros universitários pertencentes à Universidade Federal da Paraíba, desmembrarão desta e germinando  uma outra independente com  responsabilidades  e poderes  de  gerência  na  administração universitária  na região enfocada.

    A iniciativa é louvável quando se trata de um projeto que venha beneficiar a nossa região, com mais de 12 municípios e outras cidades que circundam a sub-região citada, dispondo  de uma quantidade bem representativa de  jovens já fazendo parte das atividades universitárias existentes, outros estudando em universidades particulares e do Estado,  que poderão se beneficiarem  da idéia, torna-se até viável e louvável  o pensamento.

    Porém, com a concretização do projeto, instalação do novo Campus, formação de um novo quadro de profissionais para gerir todas essas responsabilidades administratvias e de magistério, a quem recairá a responsabilidade para o perfeito funcionamento acadêmico  da nova instituição superior?

    Acreditamos que a estas alturas dos acontecimentos, muitos líderes políticos já  estão  de olho no projeto para adotar a idéia, ser o pai da criança queestar a vir, o que  não deixa de ser importante para o seu município, pois,  Bananeiras e Areia estão se candidatando para tal,  como vimos com bons olhos a reinvidicação de se instalar em municípios como Guarabira, que já tem cacife suficiente para brigar nas hostes federais pela  instalação de um Campus dessa natureza em seu território. Depois poderá vir a cidade de Araruna ou até Solânea reinvidicando obras semelhantes.

    Mas tudo bem, qualquer coisa  de beneficio  para a nossa região brejeira, com vista ao  desenvolvimento  educacional, principalmente,   será válido para a sua população, para seus profissionais, para a economia e para  os líderes políticos que estão a cada dia criando idéias profícuas  visando o desenvolvimento de uma comunidade.

    De parabéns, pois, àqueles que vem amadurecendo a iniciativa da idéia criada  e  formulada para a criação da instituição federal na região. Será através  dessas pessoas que  tem a noção de fazer alguma coisa pelos jovens de hoje, de grande importância, que, com certeza, serão  os responsáveis pela iniciativa profícua  a continuarem criando outros  projetos dessa natureza. São dignos de aplausos.

    Abraços aos idealistas do progresso!

     

    Manoel Luiz Silva –  

    colaborador, historiador

  • DDIVA DO VELHO CHICO PARA O NORDESTE

    03/04/2017

    No início  deste mês, parte do Nordeste, notadamente  a região sêca do Cariri, considerada de um ecossistema  diferenciado  das demais regiões e sub-regiões do Estado, teve a grande felicidade de ser beneficiada  pelas águas  do Rio São Francisco. Região esta eleita entre as demais, pelo fato de demonstrar mais carência  dos  recursos naturais  capáz de atender o homem no mínimo de suas necessidades de sobrevivência em geral.

    Recebendo  as primeiras águas pelo açude de Camalaú, depois beneficiando a região de Monteiro, o volume dessa água  teve que passar por centenas de quilômetros de canais, túneis, aquedutos, diques elevatórios entre  outros meios que a engenharia usou, para que o povo caririzeiro tivesse o seu sonho realizado, ter água em sua casa, em sua cidade. 

    Temos informações de que os primeiros volumes estão enchendo  açudes públicos  e reservatórios naturais do leito por onde segue o destino previsto, indo desaguar  no açude “Epitácio Pessoa” em Boqueirão,  até chegar nas Imediações de Campina Grande e Cidade  no seu entôrno.

    O volume dessas águas, está sendo canalizado de forma natural, conduzido através do  Rio Paraíba, finalmente chegando nos reservatórios e torneiras do habitante da região - necessitado do líquido precioso,  graças à iniciativa do Governo Federal e lideranças, que há  décadas  vem lutando   em favor  da população que clama  por dias melhores.

    Todos que vemos  este  grande benefício  do governo,  em  prol  dos   irmãos menos favorecidos, é uma uma grande  realização para a região em apreço, que há hários anos vem sofrendo  com a calamidade  provocada pela falta de chuvas, desaparecimento de pastos nos campos para o rebanho e a carência de alimentos na casa de cada um, resta-nos agradecer  a Deus e aos líderes que lutaram há anos  pelo  grande feito hoje se  realizando.

    Não fosse a iniciativa dos líderes políticos, com o apêlo da opinião pública, notadamente do sertanejo que sente na pele os problemas naturais,  seria remoto o reconhecimento do governo federal acudir essa  população sofredora e carente. Chega o momento de pessoas que vão  ovacionar, pulblicar e dizer  em viva voz a realização de seu projeto. É claro que  todos esses líderes  se movimentaram para que o objetivo fosse colimado, o que na verdade é uma obrigação dos mesmos beneficiarem seu povo que representa nas esferas superiores. Nestes momentos aparecem muitos pais para um só filho, cuja  mãe solteira é a Nação.   O importante  de tudo isso é que a obra está nas nossas vistas, deixa quem quiser quiser aproveitar a oportunidade para prestar seus esclarecimentos ao público.

    Manoel Luiz Silva –  

    colaborador, historiador

  • Israel: o Rio, o Sonho e a Rocha

    21/12/2016

    Neste dia 07 de janeiro  de 2017, Bananeiras estará  reunindo  familiares e amigos de Marcos Rocha,  no então Cruzeiro de Roma, neste municipio, para participarem do lançamento de seu livro de memórias intitulado: Israel - o Rio, o Sonho e a Rocha, documento este  baseado na grande façanha do autor, iniciada nos anos 50, quando teve a coragem de zarpar rumo ao mundo desconhecido, munindo-se da coragem e da vontade de conhecer localidades, que de certo viria beneficiá-lo  posteriormente com o  acúmulo dos conhecimentos adquiridos.

    Paulo Rocha, bananeirense de nascimento,  proveniente de  famílias da união entre os Arruda Câmara e Ferreira de Macedo, consequentemente, fazendo  parte dos troncos do Barão de Araruna. Daí, surgiram os Rochas  e Lúcios de Oliveira, que firmaram   raizes numa região pobre do Curimataú paraibano,  entre  Bananeiras, Dona Inês (sítio Queimadas) e Araruna. Seus pais Severino e Alice  formaram uma prole de 13 bons filhos, que se destacaram nos estudos, se tornando renomados representantes da família.

    Hoje, centraliza seus  negócios na Austrália onde reside com sua esposa a jovem judia Aviva Janover e filhos. Marcos singrou  para o mundo desconhecido, rumo a outras  paragens,  viajando por 57 países, passando  pela Itália, aportou em terras israelenses,  onde se destacou como trabalhador e morando em Kibutz, trabalhando em diversas atividades , se  tornando até empresário na área da alimentação (churrascarias) e da música (grupos de Schows) entre outros afazeres.

    Mas, sempre aportando no Brasil, notadamente entre  São Paulo, João Pessoa. E,  junto aos seus familiares sediados aqui em Bananeiras, e cidades do seu entôrno,  encontrar-se entre nós no dia do lançamento de seu tão importante livro, contando suas experiências através da literatura,  o que  não  de ser uma história de muitas aventuras.

    Na  verdade, foi uma lição vivida na prática, cujo  autor e seus colaboradores, sintetizam uma história para servir de lição a muitos que ainda não experimentaram:  viajar por continentes diferentes, conhecer novos paíse, povos, novas religiões, fazer novos amigos,  resultando  no final, numa volta triunfante. Parabéns Paulo &Cia.

     

    Manoel Luiz Silva –  

    colaborador, historiador 

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