Colunista Manoel Luiz

  • CAVN comemora 96 anos de fundação e dia do ex-aluno

    06/09/2018

    Como acontece todos os anos, sempre no dia sete de setembro, já se tradicionalizou como Dia do Ex-Aluno, onde a direção do Colégio Agrícola “Vidal de Negreiros” e do CCHSA  comemoram também a data da fundação da instituição de ensino Agrícola, criada  há 96 anos. Para este ano  as turmas concluintes de 1976 e  de  1978, se reencontrarão, nos dias 06 e 07, com suas respectivas famílias e acompanhantes, nas dependências  do CAVN

    Como enfatizamos,  a data já vem se repetindo há varias décadas, onde os ex-alunos e familiares se reúnem  na referida escola, participando da missa no dia 06 à noite, que este ano será celebrada em homenagem aos cinquenta anos de morte do Dr. Mariano Barbosa (médico do Aprendizado, ex-prefeito) e pelo 30º dia de  falecimento do ex-aluno José Barbosa de Melo Filho, onde contaremos com as presenças de autoridades, professores, funcionários, alunos, ex-alunos e familiares.  

    A programação  foi elaborada pela direção do Centro, constando de dia 06 – Missa  na Capela de São José, às 19 horas, jantar de confraternização nos clubes da cidade. No dia 07 –  hasteamento das Bandeiras, desfile da Banda Marcial do CCHSA, plantio da árvore simbolizando o momento, visitas ao Memorial do CAVN/CCHSA e palestras no auditório pelos ex-alunos  e direção do Colégio. 

     O  Colégio Agrícola “Vidal de Negreiros”, foi fundado em  1924, mas que a intenção do Presidente da República surgiu desde o ano de 1918, decreto 12.893 quando autoriza o MA resolver o problema do menor abandonado, indigente, e filhos sem pais criando  Aprendizados Agrícolas por diversas parte do Brasil, vejamos:

     

    DECRETO  nº 12.893 de  28 de fevereiro de 1918

    AUTORIZA O MINISTÉRIO  DA   AGRICUL-TURA CRIAR PATRONATOS AGRÍCOLAS  EM POSTOS ZOOTÉCNICOS, FAZENDAS-MODELO, NÚCLEOS COLONIAIS E OUTROS;

                O PRESIDENTE DA REPÚBLICA DOS ESTADOS UNIDOS DO BRASIL, autoriza criar  Patronatos Agrícolas em Postos Zootécnicos, Fazendas-Modelo, Núcleos Coloniais e outros departamentos federais, para educação de menores inválidos;

    -           Considerando que ao governo cabe, por todos os modos, impulsionar o movimento de transformação econômica do País, pelo aumento progressivo de sua capacidade de produção;

    -           Que entre os meios capazes de fecundação profunda da vida nacional, avulta na implantação do ensino agrícola, com sua caracterização positiva e concreta, condizente a resultados imediatamente produtivos;

    -           E, usando da autorização constante  no Art. 1º da Lei nº 3.16 de 16 de 08/ 1917:

    DECRETA:

    Art. 1º - Fica autorizado o Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio, criar nos Postos Zootécnicos, Fazendas-Modelo de Criação, Núcleos Coloniais e outros estabelecimentos do Ministério, Patronatos Agrícolas, destinados a ministrar Noções Práticas de Agricultura, Zootecnia e Veterinária a menores inválidos;

    Art. 2º - Nos Patronatos criados através do presente Decreto, serão aproveitados os serviços dos funcionários adidos e do pessoal técnico-administrativo atualmente existente naqueles estabelecimentos, de acordo com as instruções que forem expedidas pelo Ministério de Estados dos Negócios da Agricultura, Indústria e Comércio;

    Art. 3º -  Revogam-se as disposições em contrário.   -   Aa / Wenceslau  Braz. P. Gomes  - Presidente.  

     

    Manoel Luiz Silva –  

    colaborador, historiador

  • JUNHO - PERÍODO DE MUDANÇA

    14/06/2018

           Nada melhor do que um período diferente, que venha alimentar as nossas esperanças de dias melhores, a respeito de tantos problemas que vemos desfilar  à nossa frente. E os festejos juninos faz parte do dogma da Igreja Católica, reacende a nossa vontade  de permanecermos  esperançosos, de termos uma vida melhor junto com os  nossos parentes, com os amigos que nos rodeiam, comemorando um período rico.

    É uma época  que toda  família se encontra  com parentes, trocam  ideias, se divertem, sempre ao som  de um  trio  musical e relembram  o passado, ao redor de uma fogueira,  preparando alimentos  à base de milho  verde.

                Após  o terço, a Ladainha, todos reunidos  começam a comemorar, com a fogueira acesa,  seguindo com  o  pipocar de  fogos no terreiro  de  suas  casas. Até porque possibilita-nos esquecer  um pouco  dos dissabores que atormentam  a sociedade: assaltos, guerra entre facções criminosas  de toda natureza, terremotos, vulcão de fogo,  desconfiança  de nossos  próprios  administradores,  incidentes naturais,  entre outros malefícios.

                Juntando-se  aos eventos juninos,  quase na mesma época,  vem  os jogos mundiais  de futebol, o que não deixa de ser  mais um momento importante para todo o brasileiro, que extravasa suas emoções  e esquece  alguns  minutos dos problemas para comemorar aquele fato com os amigos. Mesmo que alguns não gostem  do referido evento, que não conheçam  alguns atletas ou mesmo agremiações esportivas  mas que estão a torcer para que o seu País  se sagre  vencedor e consequentemente Campeão  nesta Copa Mundial.

                Para nós, o mais importante, é disponibilizarmos do nosso precioso tempo, e congratularmos com os demais desses momentos  diferentes na nossa vida. Passarmos, pelo menos uma época, que se possa esquecer alguns  desses problemas, juntarmos aos demais  irmãos para  vivermos um período  feliz, com a  mente sadia e barriga cheia   dos produtos agrícola  que Deus nos proporcionou.

                Hoje, nós vivemos momentos cruciantes na sociedade, devido às turbulências que provocam mal estar a todos, onde todos  aqueles que pensam somente  fazer o mal. Entretanto, por cima de tudo isto devemos esquecer e nos apegarmos  á  mão  Divina, rogando ao nosso Deus,  que todos esses problemas sejam sanados. Que a normalidade retorne ao convívio de todos e possamos  ultrapassar essa  hecatombe,  e todos  vivam  sempre felizes na família, no trabalho e nas suas tomadas de decisões.

    Bom São João para todos e vamos torcer 

    para o Brasil sagrar-se,  mais uma vez,  Campeão!

    Manoel Luiz Silva –  

    colaborador, historiador

     

  • TEMPO DE QUARESMA... TEMPO DE MUDAR

    19/03/2018

                             Para os experts no assunto, a expressão TEMPO DE MUDANÇA, representa para  nós uma alerta, com vistas à mudança na vida de todos, partindo principalmente de iniciativas, onde,  possamos  dar as mãos, unindo-nos  pelos laços da amizade, da compreensão, do amor, visando  enfileirarmos numa  batalha contra esses atos desumanos que  nos deparamos no dia a dia. Certo, que uma pessoa só não resolverá o problema, mas se unirmos em oração, pedindo sempre  a um Ser superior que resolva esses problemas que tanto a sociedade necessita, viveremos  mais em paz entre nossas famílias.

                            A nossa arma, será sempre a força de um Ser Supremo - (DEUS), que nos piores momentos de nosso quotidiano, estar  Ele a  nos guardar e nos livrar desses males que afligem a família, a sociedade  de um modo geral, aos líderes de boas índoles, às autoridades administrativas e judiciais, onde, ainda contamos com o seu apoio nos momentos necessários.

                      Constantemente, ao acessarmos qualquer canal de comunicação, que adentrando  no lar de cada brasileiro – ou estrangeiros -, surge logo à nossa frente, notícias que nos deixam apavorados, sobressaltados, duvidosos, e receosos de como será o dia do amanhã para nossos filhos e netos.

    Coisas que jamais pensaríamos  que acontecessem a quem quer que  fosse, prejudicando os setores dos  segmentos administrativos,  políticos,  financeiros, - os quais nem precisam  enumerá-los para não ferir A ou B, como dizia minha mãe: a fulano ou cicrano. São  fatos que deixam todos   duvidosos pelo que  proporciona a cada momento. Hoje vivemos amedrontados, com  “um olho na frente e outro atrás”, esperando a qualquer hora ou dia sermos  vítimas  desses indesejados indivíduos.

                            Só nos resta, pois, retroceder um pouco e evitar que sejamos  vítimas desses problemas, quando passamos por momentos onde  nossos irmãos  experimentam. Não existe mais um aparato que  possa nos defender dos olhos maus, dos maus  intencionados, dos sedentos de calor humano, que proporcione aos mesmos enveredarem pelos caminho certo. 

    O que nos resta é pedir a  Deus... Socorro, que a situação possa melhorar para todos, amolecendo o coração dos insensatos a fim que possamos dar continuidade a uma forma de vida  pacífica entre os nossos.

    Que a paz reine  nesta Quaresma e em todo os tempos, havendo mais resignação e união entre as famílias, trabalho ocupacional  para aqueles que necessitam e muito amor  entre os homens de boa vontade.

    FELIZ  PÁSCOA!

     Manoel Luiz Silva –  

    colaborador, historiador 

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