Colunista Manoel Luiz

  • TEMPO DE QUARESMA... TEMPO DE MUDAR

    19/03/2018

                             Para os experts no assunto, a expressão TEMPO DE MUDANÇA, representa para  nós uma alerta, com vistas à mudança na vida de todos, partindo principalmente de iniciativas, onde,  possamos  dar as mãos, unindo-nos  pelos laços da amizade, da compreensão, do amor, visando  enfileirarmos numa  batalha contra esses atos desumanos que  nos deparamos no dia a dia. Certo, que uma pessoa só não resolverá o problema, mas se unirmos em oração, pedindo sempre  a um Ser superior que resolva esses problemas que tanto a sociedade necessita, viveremos  mais em paz entre nossas famílias.

                            A nossa arma, será sempre a força de um Ser Supremo - (DEUS), que nos piores momentos de nosso quotidiano, estar  Ele a  nos guardar e nos livrar desses males que afligem a família, a sociedade  de um modo geral, aos líderes de boas índoles, às autoridades administrativas e judiciais, onde, ainda contamos com o seu apoio nos momentos necessários.

                      Constantemente, ao acessarmos qualquer canal de comunicação, que adentrando  no lar de cada brasileiro – ou estrangeiros -, surge logo à nossa frente, notícias que nos deixam apavorados, sobressaltados, duvidosos, e receosos de como será o dia do amanhã para nossos filhos e netos.

    Coisas que jamais pensaríamos  que acontecessem a quem quer que  fosse, prejudicando os setores dos  segmentos administrativos,  políticos,  financeiros, - os quais nem precisam  enumerá-los para não ferir A ou B, como dizia minha mãe: a fulano ou cicrano. São  fatos que deixam todos   duvidosos pelo que  proporciona a cada momento. Hoje vivemos amedrontados, com  “um olho na frente e outro atrás”, esperando a qualquer hora ou dia sermos  vítimas  desses indesejados indivíduos.

                            Só nos resta, pois, retroceder um pouco e evitar que sejamos  vítimas desses problemas, quando passamos por momentos onde  nossos irmãos  experimentam. Não existe mais um aparato que  possa nos defender dos olhos maus, dos maus  intencionados, dos sedentos de calor humano, que proporcione aos mesmos enveredarem pelos caminho certo. 

    O que nos resta é pedir a  Deus... Socorro, que a situação possa melhorar para todos, amolecendo o coração dos insensatos a fim que possamos dar continuidade a uma forma de vida  pacífica entre os nossos.

    Que a paz reine  nesta Quaresma e em todo os tempos, havendo mais resignação e união entre as famílias, trabalho ocupacional  para aqueles que necessitam e muito amor  entre os homens de boa vontade.

    FELIZ  PÁSCOA!

     Manoel Luiz Silva –  

    colaborador, historiador 

  • OS EFEITOS DA ESTIAGEM (II)

    14/12/2017

    Há poucas semanas  passadas, publicamos uma crônica no “Bananeiras on line” enfocando os efeitos da estiagem no Nordeste, notadamente  na região da Paraíba, onde vem sofrendo  com a ausência de chuvas no campo e nas cidades, os mananciais secando, os rios e riachos quase não alcançam o seu percurso, a fauna escasseando, o rebanho sofrendo com  sede e fome, as cidades agonizando pedindo socorro, a agricultura clamando  por um lenitivo, o comércio se reabastecendo de produtos do sul e sudeste do País, já estar acontecendo o  êxodo rural de campesinos esfaimados para outras regiões, entre outros males.

             E este problema  perdura até não sei quando, só Deus nos dará a previsão. E por conta disso os  governos Federal, Estadual e Municipal vem encetando esforços no sentido de sanar  tal problema, canalizando água do Rio são Francisco, para  outros lugares, resolvendo um pouco a situação do abastecimento com  carros pipas nas zonas rurais, orientando as pessoas para o racionamento do líquido. Nos canais por onde passam as águas há uma fiscalização severa quanto a quantidade de água a ser utilizada  para uma área de 0,5 ha. por propriedade, até o processo de racionamento  nas cidades  onde está alcançando esses canais já se verificam problemas.

             Entretanto temos notícias de que  muitos usúarios estão usando de má fé, utilizando essas águas como bem desejam, tirando  do irmão o que lhe é de direito, para  usufriurem ao seu bel prazer. Em certas localidades do Carirí, já existem propriedades individuais às margens desses canais, que são sub-divididas   entre parentes com o objetivo de receberem maior  percentual de água, para os fins que necessitam, pois, se manterem com apenas 0,5 há irrigado, torna-se insuficiente para uma área  agricultável e de pequen criação, estabelecida pelos poderes governaentais. Sem contar  com a redução e perda dessas águas ao longo do trajeto pelos canais, quando se trata de um projeto  que atinge outras regiões distantes, onde se necessita de bombeamento elevatório para alcançar as partes mais altas dos canais.

             À medida que faz o seu trajeto  livremente, numa região árida, vai perdendo a sua capacidade de volume, seja por  evaporação, por infiltração no solo, ou através da temperatura nas paredes dos canais e outras ações ao ser bombeada para os campos irrigados vai perdendo considerável  quantidade do referido líquido, o que acarreta prejuizo  para todos, chegando  no seu final bastante reduzida.

             Um outro problema  que  pode acarretar no projeto é quanto ao apadrinhamento político, quando muitos líderes  para beneficiar  seus  amigos, solicitam  que tal canal  passe  por sua região, mesmo com muita dificuldade e mais despesas para o erário público, se sentem no dever de exigir que tal área seja beneficiada com o projeto a título de um benefício eleitoreiro. Isso  faz com que acarreta mais investimento, e a própria quantidade de água não seja suficiente para aquela  região. Até o Curimatau está sonhando  com tal projeto. Na teoria  tudo estar para dar certo, aguardamos na prática  se o sonho de todos seja  realizado. 

     

    Manoel Luiz Silva –  

    colaborador, historiador 

     

  • Os efeitos da estiagem – quem será o responsável?

    23/10/2017

                         Como  estar  dificil  sobrevivermos nos dias atuais, pois,  para  todos os lados que nos dirigimos sempre  encontramos   barreiras, enfrentamos precipícios  e no final de uma estrada  quase sem volta estar cada vez mais  dificil de se prosseguir  a caminhada.  O  homem  ao ultrapassar  esses  abismos, por natureza,  já  se torna  um herói nos dias de hoje, cuja  sorte lhe foi  reservada   graças  aos preceitos divinos e à sua coragem de ir um pouco mais longe.

    Há  poucos dias, venho “martelando” através dos meus pensamentos e curiosidades, e me perguntando: a que ponto  estamos  chegando? como deveremos ultrapassar essa fase? onde iremos aportar com nossos filhos? e o futuro das gerações seguidas como será?. Pois, sempre  estamos  a ouvir, noticias não alvissareiras  pelos canais de comunicações, a respeito da saúde  do nosso Planeta  Terra, que  em muitos lugares já está  na UTI, embora  em outros encontra-se convalescendo  de um mal que precisa de muito tempo para  ser curável.

                            Vejam bem. Sem irmos  muito além  de outros Continentes, que também não tem boas perspectivas de saúde,  nos deparamos com situações lamentaveis por estes caminhos. Basta  visualisarmos a situação  no nosso Brasil, onde a própria  natureza estar  sofrendo  as amarguras  determinadas  pelo próprio  homem, donatário natural de suas terras. Que vem ceifando  tudo que nela existe – água,  animais, florestas,  o seu habitat conquistado com tanta dificuldade, redundando na carência de  alimentos para o povo,   na falta de compromisso e  amor à  pátria e à familia, além da ausência  de fé dos nossos irmãos  ao nosso  Deus – seja  de qualquer facção  religiosa -. Porque o homem ao se deparar com  os problemas que lhe aflinge  se torna uma pessoa impotente para  resolver, sem a presença de um Ser Superior.

    Pois bem, os  rios, barragens e açudes que antes eram caudalosos, serviam  como fonte de renda dos ribeirinhos, irrigavam  os campos agrícolas em suas margens,  produziam o alimento através da  pesca,  geravam energia elétrica pelas usinas hidroelétricas,  proporcionavam emprego e renda  para a populaçãodas cidades e núcleos indústriais, e coisas mais,  estão,  hoje fadados à  morte súbita em seus própros leitos, a partir das nascentes até a embocadura, sem ao menos receber um lenitivo  para a sobrevivência dos que  dependem de seu auxilio. Consequentemente estão sofrendo  os seus beneficiados em gerais.

    A população clama por um socorro, advindo das mãos de Deus, que é quem poderá ouvir a voz desse povo forte e corajoso. Ao mesmo  tempo rogando por  todos a espera de  um lenitivo  dos governantes, no propósito  de poderem ajudar com os mínimos de benefícios à quem tanto  precisa  nessas  horas amargas  de vida. Vem o padecimento do homem, da fauna, da flora e a cadeia produtiva se  extinguindo devido  o   surgimento das queimadas, que não são causadas pela natureza, e sim,  pela mão do próprio homem,  que talvez por força de seus instintos naturais ateiam fogo  em todos os  recantos possíveis e impossíveis das glebas, visando  se beneficiar  por outras artimanhas.

    E o  resultado  final do prejuizo sempre  recai sobre o homem mais fraco, que assiste desoladamente aquele  ato pecaminoso causado  pela  queima de todos os recursos naturais  de suas terras, sem poder resolver pela sua própria vontade e desejo.

    No momento  que  esses  elementos naturais – Rios, Florestas, Animais como  povoadores naturais – sao consumidos  pela queima forçada, nós  tambem somos vítimas de forma indireta, até porque dependemos  da água,  do solo e dos  animais para continuarmos  a ter uma forma de vida dígna. Surge os problemas da falta  dos bens de consumo, da falta de água que tanto nosso corpo necessita, do clima natural originado nas florestas, entre outras necessidades.

    Por causa desses impactos naturais e  criminosos  somos submetidos a sugeitarmos em  sofrer medidas coercitivas – até por necessidade -,  cuja iniciativa das concessionárias de energia elétrica, utilizando de outras  fontes alternativas – energia eólica, solar, entre outras,  que mesmo sendo dispendiosa para muitos, o governo encontra um  meio faz com posamos  suportar os efeitos dessa  estiagem.

    Só  rogamos  ao Divino Intersessor desse povo, força de  vontade e perseverança para que todos  possam ultrapassar essa fase e continuar  na nossa labuta   diária ! 

    Manoel Luiz Silva –  

    colaborador, historiador

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