Colunista Manoel Luiz

  • Israel: o Rio, o Sonho e a Rocha

    21/12/2016

    Neste dia 07 de janeiro  de 2017, Bananeiras estará  reunindo  familiares e amigos de Marcos Rocha,  no então Cruzeiro de Roma, neste municipio, para participarem do lançamento de seu livro de memórias intitulado: Israel - o Rio, o Sonho e a Rocha, documento este  baseado na grande façanha do autor, iniciada nos anos 50, quando teve a coragem de zarpar rumo ao mundo desconhecido, munindo-se da coragem e da vontade de conhecer localidades, que de certo viria beneficiá-lo  posteriormente com o  acúmulo dos conhecimentos adquiridos.

    Paulo Rocha, bananeirense de nascimento,  proveniente de  famílias da união entre os Arruda Câmara e Ferreira de Macedo, consequentemente, fazendo  parte dos troncos do Barão de Araruna. Daí, surgiram os Rochas  e Lúcios de Oliveira, que firmaram   raizes numa região pobre do Curimataú paraibano,  entre  Bananeiras, Dona Inês (sítio Queimadas) e Araruna. Seus pais Severino e Alice  formaram uma prole de 13 bons filhos, que se destacaram nos estudos, se tornando renomados representantes da família.

    Hoje, centraliza seus  negócios na Austrália onde reside com sua esposa a jovem judia Aviva Janover e filhos. Marcos singrou  para o mundo desconhecido, rumo a outras  paragens,  viajando por 57 países, passando  pela Itália, aportou em terras israelenses,  onde se destacou como trabalhador e morando em Kibutz, trabalhando em diversas atividades , se  tornando até empresário na área da alimentação (churrascarias) e da música (grupos de Schows) entre outros afazeres.

    Mas, sempre aportando no Brasil, notadamente entre  São Paulo, João Pessoa. E,  junto aos seus familiares sediados aqui em Bananeiras, e cidades do seu entôrno,  encontrar-se entre nós no dia do lançamento de seu tão importante livro, contando suas experiências através da literatura,  o que  não  de ser uma história de muitas aventuras.

    Na  verdade, foi uma lição vivida na prática, cujo  autor e seus colaboradores, sintetizam uma história para servir de lição a muitos que ainda não experimentaram:  viajar por continentes diferentes, conhecer novos paíse, povos, novas religiões, fazer novos amigos,  resultando  no final, numa volta triunfante. Parabéns Paulo &Cia.

     

    Manoel Luiz Silva –  

    colaborador, historiador 

  • Bananeiras: uma viso do passado

    01/10/2016

    Esta será mais uma página a ser  escrita  da história do municipio de Bananeiras pelo autor de outros escritos – quais sejam sob a forma de memórias.  biografias, contos, poemas, entre outros, onde vem se preocupando em manter viva a história da terra, do seu povo, capaz de incutir e conservar na memória dos filhos de hoje a grande importância que foi esta comunidade no passado.

    “Não me acho  tão importante pelo que tenho realizado nesta terra  que me recebeu por adoção, nela constitui família, criei a minha pequena prole. Através da mesma dei os primeiros passos na educação profissional e dela saí pronto  para o labor, o que reconheço satisfatoriamente pelo que executei na profissão”. 

    “Mesmo sem fazer parte das Academias de Letras, Institutos Históricos, ou associações culturais, me  sinto no dever de  colaborar com  o município,  professores, estudantes, diretores de  entidades de desenvolvimento, levando aos mesmos fatos importantes que tem a nossa terra, através de meus parcos conhecimentos adquiridos no dia a dia. Viver divulgando os conhecimentos através da literatura, e pesquisar sobre a história local tão rica dos acontecimentos realizados, são fatos importantes que  qualquer  curioso não se cansará  de fazer certas abordagens”.

    BANANEIRAS – UMA VISÃO DO PASSADO –  faz parte  de uma série desses relatos sobre o municipio, rico em histórias e fatos,  que o por certo o historiador não se cansará de explorar assuntos  importantes a partir de seus povoadores. É através  do presente trabalho, onde se echam descritos diversas  biografias de bananeirenses que viveram no passado e se tornaram proeminentes, relatos de importantes historiadores, no quilate dos escritores: Iveraldo Lucena, Severino Ramalho, Dionisio Maia, Carmelita Gomes, Humberto Nóbrega, Erick Martorano, Nelson Bezerra Cavalcanti, entre outros,  além de  assuntos da nossa historiografia.

    O trabalho a ser lançado neste dia 16 de outubro, - Dia do Aniversário da Cidade -,no Serra Golf Hotel, com o apoio da Prefeitura Municipal e Câmara de Vereadores do município além da rede de hotéis do municipio. É considerado  uma segunda edição do primeiro projeto paradidático,  apresentado  há quase de dez anos (2007) –  o qual teve ótima aceitação  por parte de nossos alunos e professores, servindo de subsídios para  elaboração de projetos, beneficiando a cidade por investidores, além de muitos de nossos servidores utilizarem como fonte de pesquisas para concursos públicos e serviu como  subsídios para  dissertações  escolares, em face de sua receptividade. Acreditamos, que mais uma vez o nosso esforço seja compensador diante  daqueles  que almeijam tomar conhecimento da história dos nossos antepassados. É mais uma tentativa de tornar viva a nossa história.

    Boa Leitura!                     

     Manoel Luiz Silva –  

    colaborador, historiador

  • No despontar de uma nova idade do CAVN

    01/09/2016

               Mais um ano de atividade funcional se completa neste  mês de setembro de 2016, serão 92 anos de atividades de ensino agrícola,  quando a direção do CCHSA, comemora com sucesso a criação  do então Patroanto Agrícola “Vidal de Negreiros”, realizando debates, visitas aos departamentos, encontros de ex-alunos, debates radiofônicos com participação de pessoas que passaram pela instituição e de professores, não esquecendo  porém da divulgação através da imprensa falada, escrita  e televisada neste período a respeito do assunto.  

        Para este ano, a direção do CCHSA e Colégio Agrícola elaborou  uma extensa programação de conscientização sobre a importancia  da institiução de ensino agrícola, a partir deste mês, onde todas as quartas-feiras  junto a emissora local com a participação  de diretores e vice-diretores, contando, também com relatos de ex-alunos envolvendo a importância da entidade para a região.

    Para este ano estão previstos o encontro  das turmas que concluíram  do curso técnico em Agropecuária  dos anos 1971 e  1985, onde os mesmos já  se movimentam com sua programação paralela aos eventos de aniversário da escola.  Espera-se a visita de centenas desses ex-alunos  convidados e respectivas famílias.

    Encerrando      os dias 04 a 07 de setembro  que acontecerá o desfecho com encontro  de Ex-alunos, sessão solene, aula da saudade, atos religiosos, plantio de árvores comemorativas, visitas aos projetos e ao Memorial  do CAVN, finalizando com um lauto churrasco para os presentes.

    Cada ano  que acontece  tais comemorações, se torna um evento importante para a institução de ensino agrícola, onde se realizam visitas  de ex-alunos, familiares destes e covidados, congrassamento entre professores e diretores, tendo como ponto principal a figura do ex-aluno relembrando suas  histórias passadas no  período de vivido como  interno

    O Campus também neste periodo elabora atividades paralelas que dizem respeito aos projetos e trabalhos científicos apresentados pelos alunos e professores, como resposta aos estudos realizados a cada ano,  tornando-se um meio de mostrar para os visitantes o resulatado positivo de suas atividades em cada projetos, a exemplo da EXPOTEC, que no decorrer dos próximos dias irá ser realizada para a comunidade estudantil da UFPB, autoridades científicas e  visitantes.  É o  coroamento de um resultado que envolve o sucesso  dos professores  e alunos de diversos segmentos científicos.

    Manoel Luiz Silva –  

    colaborador, historiador 

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