Colunista Manoel Luiz

  • DDIVA DO VELHO CHICO PARA O NORDESTE

    03/04/2017

    No início  deste mês, parte do Nordeste, notadamente  a região sêca do Cariri, considerada de um ecossistema  diferenciado  das demais regiões e sub-regiões do Estado, teve a grande felicidade de ser beneficiada  pelas águas  do Rio São Francisco. Região esta eleita entre as demais, pelo fato de demonstrar mais carência  dos  recursos naturais  capáz de atender o homem no mínimo de suas necessidades de sobrevivência em geral.

    Recebendo  as primeiras águas pelo açude de Camalaú, depois beneficiando a região de Monteiro, o volume dessa água  teve que passar por centenas de quilômetros de canais, túneis, aquedutos, diques elevatórios entre  outros meios que a engenharia usou, para que o povo caririzeiro tivesse o seu sonho realizado, ter água em sua casa, em sua cidade. 

    Temos informações de que os primeiros volumes estão enchendo  açudes públicos  e reservatórios naturais do leito por onde segue o destino previsto, indo desaguar  no açude “Epitácio Pessoa” em Boqueirão,  até chegar nas Imediações de Campina Grande e Cidade  no seu entôrno.

    O volume dessas águas, está sendo canalizado de forma natural, conduzido através do  Rio Paraíba, finalmente chegando nos reservatórios e torneiras do habitante da região - necessitado do líquido precioso,  graças à iniciativa do Governo Federal e lideranças, que há  décadas  vem lutando   em favor  da população que clama  por dias melhores.

    Todos que vemos  este  grande benefício  do governo,  em  prol  dos   irmãos menos favorecidos, é uma uma grande  realização para a região em apreço, que há hários anos vem sofrendo  com a calamidade  provocada pela falta de chuvas, desaparecimento de pastos nos campos para o rebanho e a carência de alimentos na casa de cada um, resta-nos agradecer  a Deus e aos líderes que lutaram há anos  pelo  grande feito hoje se  realizando.

    Não fosse a iniciativa dos líderes políticos, com o apêlo da opinião pública, notadamente do sertanejo que sente na pele os problemas naturais,  seria remoto o reconhecimento do governo federal acudir essa  população sofredora e carente. Chega o momento de pessoas que vão  ovacionar, pulblicar e dizer  em viva voz a realização de seu projeto. É claro que  todos esses líderes  se movimentaram para que o objetivo fosse colimado, o que na verdade é uma obrigação dos mesmos beneficiarem seu povo que representa nas esferas superiores. Nestes momentos aparecem muitos pais para um só filho, cuja  mãe solteira é a Nação.   O importante  de tudo isso é que a obra está nas nossas vistas, deixa quem quiser quiser aproveitar a oportunidade para prestar seus esclarecimentos ao público.

    Manoel Luiz Silva –  

    colaborador, historiador

  • Israel: o Rio, o Sonho e a Rocha

    21/12/2016

    Neste dia 07 de janeiro  de 2017, Bananeiras estará  reunindo  familiares e amigos de Marcos Rocha,  no então Cruzeiro de Roma, neste municipio, para participarem do lançamento de seu livro de memórias intitulado: Israel - o Rio, o Sonho e a Rocha, documento este  baseado na grande façanha do autor, iniciada nos anos 50, quando teve a coragem de zarpar rumo ao mundo desconhecido, munindo-se da coragem e da vontade de conhecer localidades, que de certo viria beneficiá-lo  posteriormente com o  acúmulo dos conhecimentos adquiridos.

    Paulo Rocha, bananeirense de nascimento,  proveniente de  famílias da união entre os Arruda Câmara e Ferreira de Macedo, consequentemente, fazendo  parte dos troncos do Barão de Araruna. Daí, surgiram os Rochas  e Lúcios de Oliveira, que firmaram   raizes numa região pobre do Curimataú paraibano,  entre  Bananeiras, Dona Inês (sítio Queimadas) e Araruna. Seus pais Severino e Alice  formaram uma prole de 13 bons filhos, que se destacaram nos estudos, se tornando renomados representantes da família.

    Hoje, centraliza seus  negócios na Austrália onde reside com sua esposa a jovem judia Aviva Janover e filhos. Marcos singrou  para o mundo desconhecido, rumo a outras  paragens,  viajando por 57 países, passando  pela Itália, aportou em terras israelenses,  onde se destacou como trabalhador e morando em Kibutz, trabalhando em diversas atividades , se  tornando até empresário na área da alimentação (churrascarias) e da música (grupos de Schows) entre outros afazeres.

    Mas, sempre aportando no Brasil, notadamente entre  São Paulo, João Pessoa. E,  junto aos seus familiares sediados aqui em Bananeiras, e cidades do seu entôrno,  encontrar-se entre nós no dia do lançamento de seu tão importante livro, contando suas experiências através da literatura,  o que  não  de ser uma história de muitas aventuras.

    Na  verdade, foi uma lição vivida na prática, cujo  autor e seus colaboradores, sintetizam uma história para servir de lição a muitos que ainda não experimentaram:  viajar por continentes diferentes, conhecer novos paíse, povos, novas religiões, fazer novos amigos,  resultando  no final, numa volta triunfante. Parabéns Paulo &Cia.

     

    Manoel Luiz Silva –  

    colaborador, historiador 

  • Bananeiras: uma viso do passado

    01/10/2016

    Esta será mais uma página a ser  escrita  da história do municipio de Bananeiras pelo autor de outros escritos – quais sejam sob a forma de memórias.  biografias, contos, poemas, entre outros, onde vem se preocupando em manter viva a história da terra, do seu povo, capaz de incutir e conservar na memória dos filhos de hoje a grande importância que foi esta comunidade no passado.

    “Não me acho  tão importante pelo que tenho realizado nesta terra  que me recebeu por adoção, nela constitui família, criei a minha pequena prole. Através da mesma dei os primeiros passos na educação profissional e dela saí pronto  para o labor, o que reconheço satisfatoriamente pelo que executei na profissão”. 

    “Mesmo sem fazer parte das Academias de Letras, Institutos Históricos, ou associações culturais, me  sinto no dever de  colaborar com  o município,  professores, estudantes, diretores de  entidades de desenvolvimento, levando aos mesmos fatos importantes que tem a nossa terra, através de meus parcos conhecimentos adquiridos no dia a dia. Viver divulgando os conhecimentos através da literatura, e pesquisar sobre a história local tão rica dos acontecimentos realizados, são fatos importantes que  qualquer  curioso não se cansará  de fazer certas abordagens”.

    BANANEIRAS – UMA VISÃO DO PASSADO –  faz parte  de uma série desses relatos sobre o municipio, rico em histórias e fatos,  que o por certo o historiador não se cansará de explorar assuntos  importantes a partir de seus povoadores. É através  do presente trabalho, onde se echam descritos diversas  biografias de bananeirenses que viveram no passado e se tornaram proeminentes, relatos de importantes historiadores, no quilate dos escritores: Iveraldo Lucena, Severino Ramalho, Dionisio Maia, Carmelita Gomes, Humberto Nóbrega, Erick Martorano, Nelson Bezerra Cavalcanti, entre outros,  além de  assuntos da nossa historiografia.

    O trabalho a ser lançado neste dia 16 de outubro, - Dia do Aniversário da Cidade -,no Serra Golf Hotel, com o apoio da Prefeitura Municipal e Câmara de Vereadores do município além da rede de hotéis do municipio. É considerado  uma segunda edição do primeiro projeto paradidático,  apresentado  há quase de dez anos (2007) –  o qual teve ótima aceitação  por parte de nossos alunos e professores, servindo de subsídios para  elaboração de projetos, beneficiando a cidade por investidores, além de muitos de nossos servidores utilizarem como fonte de pesquisas para concursos públicos e serviu como  subsídios para  dissertações  escolares, em face de sua receptividade. Acreditamos, que mais uma vez o nosso esforço seja compensador diante  daqueles  que almeijam tomar conhecimento da história dos nossos antepassados. É mais uma tentativa de tornar viva a nossa história.

    Boa Leitura!                     

     Manoel Luiz Silva –  

    colaborador, historiador

Anterior - (1) 2 3 4 - Prxima